Permeiam meus sonhos. Cada arfar da noite me afogo em nova aventura. E a cada gota que escorre de minha testa, como febre. Me ponho de lado da minha vida, visito o profundo poço de desejos.
Cada noite afogar-me-ei mais e mais e mais. E hei de gostar. Mais e mais e mais.
Agora mal posso ver a borda do fosso. Está além de onde minha visão chegar, como a minha vida.

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